UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
SARA ESMERALDA BATISTA GEMAQUE
TIPOS DE PROCESSADORES, PLACA MÃE E MEMÓRIA
MACAPÁ-AP
2014
PROCESSADORES
O processador é o cérebro do micro, encarregado de
processar a maior parte das informações. O primeiro processador foi chamado
8088, lançado pele INTEL em 1979 e usado no primeiro PC lançado pela IBM em
1981; o segundo foi o processador 286 lançado em Fevereiro de 1982, utilizava
memória de 30 pinos e slots ISA de 16 bits e já vinha equipado com memória
cache, para auxiliar o processador em suas funções. Devemos ressaltar que a
principal contribuição do 286 foi o fato de operar em duas maneiras denominadas
“modo real” que se comportava exatamente como um 8086, porem mas rápido e sendo
compatível com os programas já existentes e “modo protegido” ele incorporava
funções mais avançadas como a capacidade de acessar até 16MBs de memória RAM.
Quando ligado o processador operava em modo real e com uma instrução especial,
passava para o modo protegido. Mas no segundo caso deixava de ser compatível
com os programas escritos para o modo real, inclusive o próprio MS-DOS. Assim,
como o 286 não possuía nenhuma instrução que fizesse o processador voltar ao
modo real, o sistema deveria ser reiniciado e a multitarefa se realizava no
modo protegido.
Em outubro de 1985 a Intel lançou o processador
INTEL 386, de serie 80386 que ainda usava memória de 30 pinos, mas tinha maior
velocidade de processamento, já possibilitando executar programas gráficos mais
avançados. O 386 já contava com placas VGA que podiam atingir até 256 cores
desde que o monitor também suportasse essa configuração, trabalhava
internamente e externamente, com palavras de 32 bits e era capaz de acessar a
memória, usando um barramento de 32 bits, permitindo uma transferência de dados
duas vezes maior que o 286. Como o 386 podia trabalhar com palavras binarias de
32 bits, tornou-se possível acessar até 4 GB de memória, mesmo sem usar a
segmentação de endereços como no 8088. O 386 continuava possuindo os dois modos
de operação, mas já permitia alternar entre o modo real e o modo protegido
livremente.
Foi lançado em Abril de 1989 o processador 486 da
serie80486, e foi o primeiro processador a trazer cache integrado. Com 1,2
milhão de transistores, 20 Mips, com memória de 72 pinos, com coprocessador
matemático já embutido no próprio processador. Surgiu também a distinção entre
o cache l1 e l2, pois os fabricantes continuaram incluindo cache na placa mãe.
Contava com placas PCI de 32 bits que suportavam o dobro da velocidade
das placas ISA, também já suportaria placas SVGA que poderiam atingir até 16
milhões de cores, mas esse potencial só foi explorado em 1995 com o lançamento
do Windows 95.
LINHA PENTIUM: foi criada em 22 de março de 1993
pela intel, sucessor da linha 486, originalmente denominado 80586 ou i586.
Pentium pro- foi projetado especificamente para ser
utilizado em micro servidores de rede, ele incorpora uma serie de alterações em
relação ao Pentium comum.
Pentium MMX- inclui um novo conceito chamado SIMD,
que permite que vários dados de poucos bits sejam manipulados simultaneamente.
Pentium II-utiliza o núcleo do Pentium pro e a
tecnologia MMX, possui um novo tipo de encapsulamento, sendo acondicionado em
um cartucho. O cache L2 não esta integrado dentro do processador, mas sim no
cartucho SEC, ao lado do processador e trabalha com metade da frequência de
operação do processador.
Celeron- é um modelo de Pentium II de baixo custo e
possui todas as suas características, com exceção as alterações do circuito
cache L2, que não é encontrada no Celeron, e sim numa placa adaptadora chamada
SEPP, a qual é conectada ao slot. Foi projetado para computadores de mesa.
Celeron A- possui memória cache l2 de 128 kb,
embutida dentro do próprio processador, a qual trabalha na mesma frequência de
operação. É encontrado em dois modelos: SEPP que utiliza o slot 1 e portanto,
mesmo tipo de placa mãe do Pentium II.
Pentium II xeon- foi construído especificamente
para servidores de rede e é considerado um Pentium pro MMX, possui alto
desempenho. Permite multiprocessamento simétrico com até 4 processadores.
Acesso até 64 Gb de memória.
PROCESSADORES AMD
A AMD é uma fabricante de
processadores como a Intel, que vem crescendo muito no mercado de vendas de processadores.
Os processadores AMD deram um pulo muito grande a partir do processador K6,
devido a AMD ter comprado a empresa pouco conhecida NEXGEN, estava de olho no
seu Know-how que tinha um projeto de um novo processador que iria se chamar
Nx686, com a compra da empresa, a AMD a transformou no AMD K6 que ficou muito
conhecido. Os processadores AMD K5 e o AMD K6 foram os processadores que
despontaram, depois vieram tecnologias mais novas como o processador ATHLON.
AMD K5
O AMD K5 tinha as seguintes
características:
- Arquitetura super escalar em
quatro canalização
- Cache de memória interno (L1) de 24Kb, dividido em um de 8 Kb para dados e outro de 16 para instruções
- Compatibilidade com soquete 7
- Cache de memória interno (L1) de 24Kb, dividido em um de 8 Kb para dados e outro de 16 para instruções
- Compatibilidade com soquete 7
Freqüência de operação: O K5 utilizava
um esquema de multiplicação similar ao Pentium. Porém devemos tomar cuidado na
hora da configuração da placa-mãe, pois a freqüência de operação do processador
não é a que esta estampada.
Placa-mãe: A placa-mãe
utilizada pelo processador AMD K5 é a mesma do Pentium clássico, ou seja,
padrão soquete 7.
AMD K6-II
Esse processador também
chamado de K6 3D, seu nome-código era um K6 com algumas novidades muitos
importantes.
- Barramento externo
de 100 Mhz: primeiro processador da AMD a romper o limite de Mhz. Era
necessário uma placa-mãe soquete 7 capaz de trabalhar a 100 Mhz (MMX). A
escolha de um bom chip-set – como VIA MVP3 – era fundamental.
- Unidade MMX super
escalar em dupla canalização: com, isso duas instruções MMX podiam ser
executadas simultaneamente em um único pulso de clock.
- Tecnologia 3D NOW!:
21 novas instruções MMX. Para utilizar essas instruções, os programas
deveriam ser compilados exclusivamente para o K6-II ou então escritos para o Directx
6.0 instalado no micro.
AMD K6-III
O processador K6-III, também
conhecido como K6 3D+ ou sharptooth, seu nome-código é um K6-II com desempenho
superior, por ser o primeiro processador não-Intel para pc’s a utilizar cachê
L2 integrado dentro do processador, trabalhava na mesma freqüência de operação
do processador, a exemplo do que ocorria com os processadores Pentium PRO,
Celeron-A, Pentium II Xeon, Pentium III Xeon. As principais novidades do K6-III
são:
- Cachê L2 integrado:
similarmente ao Pentium Pro, o K6-III tinha um cachê L2 de 256 Kb integrado
dentro do próprio processador. Com isso o Cache trabalhava na mesma freqüência
interna do processador, ou seja, no caso de um K6-III de 400 Mhz, o cache L2
trabalhava a 400 Mhz e não a 100 Mhz como o K6-II. Ou 66 Mhz, como no K6
“comum”
- Cache L3 na
placa-mãe: essa é uma inovação no mundo dos pc’s. além dos dois cachês que
estão integrados dentro do próprio processador (L1 e L2), o K6-II permite a
utilização de um terceiro cache de memória na placa-mãe, aumentando ainda mais
o desempenho do micro. Na verdade, esse cache externo existente nas placa-mãe
soquete 7
- Soquete 7: um
dos grandes trunfos desse processador era a compatibilidade com a plataforma
soquete 7 (na verdade super7 , pois ele opera externamente a 100 Mhz)
- Freqüência de
operação: O K6-III trabalha externamente a 100 Mhz, multiplicando esse clock
para obter sua freqüência de operação interna.
AMD K7 ATHLON
A AMD iniciou o ano 2000
rompendo, pela primeira vez no mundo dos microprocessadores, a significativa
barreira dos 1.000 Mhz. No dia 6 de janeiro, a equipe formada pela AMD, compaq
e Kryo tech apresentou uma maquinapresario, “MOTORIZADA” com um processador
Athlon trabalhando a 1 Ghz. É claro que esse computador é um mero protótipo de
laboratório e tal velocidade só foi alcançada graças as técnicas de
refrigeração fornecidas pela Kryo Tech. Mas não deixa de ser um grande feito e,
por isso, vamos analisá-lo um pouco .o principal problema para uma CPU rodar
com um Clock elevado é o seu aquecimento. Quanto maior a velocidade, maior a
quantidade de calor gerado no interior do semi-condutor. Se for providenciado
um mecanismo eficiente para a remoção desse calor, então é possível atingir
altas velocidades. E é exatamente isso que foi feito com esse computador onde ,
é claro, só a CPU roda 1 Ghz, todo o resto trabalha nas velocidades usuais.
O barramento do sistema: Graças a adoção
da tecnologia do barramento alpha EV6, desenvolvida pela digital
equipmentcorp., a AMD passou a oferecer o primeiro barramento de 200 Mhz em
plataformas x86 e ainda existem promessas para esse barramento operar até 400
Mhz. Trabalhando com 64Bits em 200 Mhz, essa CPU oferece uma taxa de
comunicação de 1,6 GB/s, que é um valor grande (ganho de 45%) quando comparado
com os 1,1 GB/s de Pentium III que operava em 133 Mhz.
PROCESSADORES INTEL ATUAIS
Pentium D
O Pentium D é a junção de dois
processadores Pentium 4. Muitos usuários pensam que o Pentium D é um
processador de núcleo duplo excelente, porém a história é um pouco diferente.
Assim como acontecia com o Pentium 4, tudo se repetiu no Pentium D.
A Intel precisava colocar dois
núcleos com uma freqüência muito alta para conseguir um bom desempenho. A
memória cache dos Pentium D é razoavelmente suficiente, porém como a Intel
parou de investir neste tipo de CPU, atualmente os valores de memória e até a
própria velocidade destes processadores não proporcionam bons resultados em
games e aplicativos pesados.
Pentium Extreme Edition
Pelo nome não parece, mas os
tais Pentium Extreme Edition são processadores de duplo núcleo também. A
diferença entre estes e os Pentium D é, basicamente, que o Extreme Edition é um
processador com dois Pentium 4 Extreme Edition trabalhando em conjunto. Com um
desempenho um pouco melhor, algumas tecnologias a mais que auxiliam no trabalho
pesado, este processador ganhou pouca fama, pois logo foi substituído por
outros modelos.
O Pentium 4 Extreme Edition
trabalhava com a tecnologia HT (a qual simulava dois processadores num só), a
qual permitia um ganho de até 30% em múltiplas tarefas. Como o Pentium Extreme
Editioné uma evolução, ele traz dois núcleos que operam com a tecnologia
HT. Sendo assim, os dois núcleos do Pentium Extreme Edition simulam dois
núcleos virtuais, de modo que o processador disponibiliza quatro núcleos para o
sistema.
Core 2 Duo
Atualmente os Core 2 Duo estão
entre os processadores mais cobiçados para jogos. Se comparado com os antigos
processadores de dois núcleos da empresa, os novos Core 2 Duo mostram uma
superioridade incrível. O grande motivo da diferença em desempenho é o novo
sistema de núcleo da Intel.
Os antigos Pentium D
trabalhavam com uma linha de processamento idêntica a dos Pentium 4, já os tais
Core 2 Duo funcionam com a nova tecnologia Core. Com uma freqüência
(velocidade) mais baixa, um pouco mais de memória interna, modos mais eficiente
de compartilhamento de recursos e alguns outros detalhes, os Core 2 Duo são os
processadores mais potentes no ramo dos Dual Core.
O Intel Core 2 Duo é indicado
para jogos de última geração, edição de imagem e vídeo, programas matemáticos
ou de engenharia e tarefas que requisitem alto processamento. Há vários
modelos, sendo que os mais fortes não são viáveis para quem procura montar um
PC econômico.
Pentium Dual Core
O Pentium Dual Core surgiu
praticamente na mesma época do Core 2 Duo. Tendo a arquitetura (sistema interno
de peças) baseada no Core 2 Duo, o Pentium Dual Core trouxe apenas algumas
limitações. O tão falado FSB (barramento frontal) tem velocidade menor, a memória
interna (cache) do processador é menor e os modelos disponíveis trazem clocks
(velocidades) mais baixos.
Para o usuário que procura
apenas navegar na internet e realizar tarefas simples, este processador pode
ser uma excelente escolha, visto que a relação custo-benefício dele é uma das
melhores quando se fala em processadores Intel de duplo núcleo.
Core 2 Quad
Descendentes dos Core 2 Duo,
os novos Core 2 Quad nada mais são do que processadores com quatro núcleos e um
sistema interno muito semelhante aos seus antecessores. Ainda novos no mercado,
os Core 2 Quad apresentam desempenho relativamente alto, porém em algumas
tarefas eles perdem para os Dual Core.
O grande problema nos “Quad
Core” (termo adotado para falar a respeito de qualquer processador de quatro
núcleos) é a falta de programas aptos a trabalhar com os quatro núcleos. Além
disso, o custo destes processadores ainda não é ideal para os usuários
domésticos.
Core 2 Extreme Quad Core
Apesar da grande performance
apresentada pelos Core 2 Quad, a Intel conseguiu criar um processador quase
idêntico com maior velocidade. Apresentando dois modelos com a velocidade de
clock superior, a Intel criou estes processadores especificamente para gamers e
usuários fanáticos por overclock.
Modelos Extreme prontos para
overclockA relação custo-benefício é péssima, pois custam quase o dobro dos
Core 2 Quad e não fornecem o dobro de desempenho. Em jogos há um pequeno ganho
de desempenho, mas nada extraordinário que valha realmente a pena.
Vale ressaltar que há
processadores Core 2 Extreme de dois e quatro núcleos. Ao comprar um Core 2
Extreme é importante averiguar se o processador é de dois ou quatro núcleos,
pois enganos acontecem e você pode acabar pagando por um processador Quad Core
e levar um Dual Core, muito cuidado!
Intel Core i7
A última palavra em tecnologia
é o Core i7. A nova linha de processadores da Intel opera com quatro núcleos,
velocidade semelhante a dos Core 2 Quad e quantidade de memória cache parecida.
As mudanças são diversas, começando pelo suporte de memória DDR3 e abrangendo
até o modo de comunicação com os outros itens do PC.
Muito poder em um único
processador - Intel Core i7O novo Intel Core i7 traz a tecnologia HT, a qual
simula múltiplos núcleos e tende a aumentar o desempenho significativamente
para aplicações que trabalhem com a divisão de processamento. Segundo o site da
Intel, estes novos processadores podem simular até oito núcleos, isso se o
sistema operacional for compatível com a tecnologia.
Como estes processadores são
lançamento, o preço deles é astronômico (dificilmente encontra-se um
processador dessa linha por menos de mil reais), sendo indicado apenas para
entusiastas e pessoas com muito dinheiro. A performance do Core i7 é sem dúvida
superior a qualquer outro processador, no entanto talvez não seja uma boa ideia
comprar estes processadores agora, visto que não há programas que exijam
tamanho poder de processamento.
PLACA MÃE
É a placa principal
que possui um conjunto de circuitos integrados (chip set) o qual reconhece e
gerencia o funcionamento de todo equipamento. Toda placa mãe possui o programa
de controle BIOS, armazenados em memória ROM, que é o responsável pelo teste inicial
do sistema e que guarda as configurações do hardware e as informações
referentes a data e a hora. O BIOS faz o chamado “boot” que consiste em
carregar o programa do sistema operacional, que está arquivado no disco rígido
para a memória principal. Com o sistema operacional carregado o microcomputador
está pronto para executar os comandos e executar outros programas. Para manter
os dados gravados no chip de memória responsável pelo armazenamento das
informações sobre a configuração da máquina, inclusive a memória RAM disponível
é usada uma bateria níquel- cadmio ou lítio, normalmente de 3 volts. Portanto,
mesmo com o computador desligado, o relógio e as configurações do hardware são
mantidos ativos. Assim, ao ligar o computador, o BIOS executa o auto teste
inicial do sistema. O relógio ajuda a perceber quando a bateria esta ficando
fraca ao ligar o PC e as horas e datas aparecem com informações erradas, mesmo
consertando-as. Agora verificaremos os tipos de placa mãe:
AT é um tipo de placa-mãe já antiga. Seu uso foi constante de 1983 á 1996 junto ao micro 286. Um dos fatores que
contribuíram para que o padrão AT deixasse de ser usado , é o espaço interno
reduzido, que com a instalação dos vários cabos do computador , dificultavam a
circulação de ar, acarretando, em alguns casos danos permanentes à máquina
devido ao super aquecimento. Isso exigia grande habilidade do técnico montador
para aproveitar o espaço disponível da melhor maneira. Além disso, o conector
de alimentação da fonte AT, que é ligado à placa-mãe, é composto por dois plugs semelhantes
(cada um com seis pinos), que devem ser encaixados lado a lado, sendo que os
fios de cor preta de cada um devem ficar localizados no meio. Caso esses conectores
sejam invertidos e a fonte de alimentação seja ligada, a placa-mãe será
fatalmente queimada. Com o padrão AT, é necessário desligar o computador pelo
sistema operacional, aguardar um aviso de que o computador já pode ser
desligado e clicar no botão "Power" presente na
parte frontal do gabinete. Somente assim o equipamento é desligado. Isso se
deve a uma limitação das fontes AT, que não foram projetadas para fazer uso do
recurso de desligamento automático. Os modelos AT geralmente são encontrados com slots ISA,EISA, VESA nos primeiro modelos e, ISA e PCI nos mais
novos AT (chamando de baby AT quando a placa-mãe apresenta um
tamanho mais reduzido que os dos primeiros modelos AT). Somente um conector
"soldado" na própria placa-mãe, que no caso, é o do teclado que segue
o padrão DIN e o mouse utiliza a conexão serial. Posição dos slotsde
memória RAM e soquete de CPU sempre em uma mesma região na placa-mãe, mesmo
quando placas de fabricantes diferentes. Nas placas AT são comuns os slots de
memória SIMM ou SDRAM, podendo
vir com mais de um dos padrões na mesma placa-mãe.Embora cada um destes tenha
de ser utilizado individualmente.
ATX
Pelo nome,
é possível notar que trata-se do padrão AT aperfeiçoado. Um dos principais
desenvolvedores do ATX foi a Intel. O objetivo do
ATX foi de solucionar os problemas do padrão AT (citados anteriormente), o
padrão apresenta uma série de melhorias em relação ao anterior. Atualmente a
maioria dos computadores novos vêm baseados neste padrão. Entre as principais
características do ATX, estão:
A placa mãe ATX
apresenta melhor ventilação para seus componentes; os conectores para cabo
ficam proximos do disco rigido, da unidade e CD-ROM e da unidade de
disquete, fazendo comque os cabos não fiquem embolados dentro do gabinete; o
processador é instalado longe dos slots, de forma a não atrapalhar a inserção
de placas perifericas; os soquetes para a instalação os módulos de memória
ficam em outra posiçao.
Quanto à fonte de alimentação, encontramos melhoras significativas. A
começar pelo conector de energia ligado à placa-mãe. Ao contrário do padrão AT,
não é possível encaixar o plug de forma invertida. Cada
orifício do conector possui um formato, que dificulta o encaixe errado. A
posição dos slots de memória RAM e socket de
CPU variam a posição conforme o fabricante. Nestas placas serão
encontrados slots de memória SDRAM, Rambus, DDR, DDR2 ou
DDR3, podendo vir com mais de um dos padrões na mesma placa-mãe. Geralmente
os slots de expansão mais encontrados são os PCI, AGP,AMR/CNR e PCI-Express. As placas mais
novas vêm com entrada na própria placa-mãe para padrões de disco rígido IDE, Serial ATA ou
Serial ATA II. Gerenciamento de energia quando desligado o micro, suporta o uso
do comando "shutdown", que permite o desligamento automático do micro
sem o uso da chave de desligamento encontrada no gabinete. Se a placa mãe for
alimentada por uma fonte com padrão ATX é possível ligar o computador
utilizando um sinal externo como, por exemplo, uma chamada telefônica recebida
pelo modem instalado.
BABY- AT
O formato BABY-AT além de ser utilizado nas placas
para micro 286, 386, 486 e Pentium, ele também foi utilizado nas placas SUPER 7
usadas nos micros K6-2 E k6-3. Que foram produzidas até o final de 2002. A principal
características dessa placa, com exceção do teclado, é que todos os conectores
são presos no gabinete e ligados a placa mãe através do cabo flat, o que
tornava a montagem dos micros um pouco mais trabalhosa e contribuía para o
amontoado de cabos dentro do gabinete, prejudicando a ventilação. Elas também
utilizavam tipicamente conectores DIN para o teclado em vez dos conectores
mini-DIN, usados atualmente.
BTX
Em 2003, a intel anunciou o lançamento de um novo
formato de placa mãe chamado BTX, que viria a substituir o ATX nos anos
seguintes. Seus benefícios eram:
Melhorar a dissipação térmica do computado, tentar
padronizar o tamanho da placa mãe de tamanho reduzido, usando sobretudo PCs de
tamanho reduzido.
LPX
Formato de placa mãe usado por alguns PCs de marca
como a Compaq. Seu principal diferencial é não ter slots. Os slots estão
localizados em uma placa a parte que é encaixada a placa mãe através de um
conector especial.
ITX
Este padrão é destinado a micros baratos, compactos
e altamente integrados. A ideia da placa mãe ITX é ter tudo on-board, ou seja,
vídeo, áudio, modem e rede na própria placa mãe, dispensando a instalação de
novos periféricos. Tradicionalmente a placa mãe ITX possui apenas dois slots.
ASUS Z87-A
A Z87-A é uma placa-mãe
desenvolvida para suportar os processadores Intel Core de quarta geração. O
modelo utiliza o chipset Intel Z87 e é direcionado para o mercado intermediário
de placas mãe. Mas não pense que ela deixa a desejar em termos de recursos. A
Z87-A traz diferenciais interessantes, como a BIOS UEFI, Remote GO!, Mem OK!,
entre outros.
O modelo é bastante versátil:
a Z87-A pode ser direcionada para diversos segmentos diferentes, incluindo
estações de trabalho profissionais, jogos e até mesmo entusiastas.
MSI Big Bang-Marshal
Compatível
com a segunda geração de processadores Intel Core, a placa-mãe MSI Big
Bang-Marshal vem para atender um público que é sedento por desempenho.
Suportando CPUs preparadas para o Socket 1155, a poderosa placa da MSI conta
com o chipset Intel P67. É possível instalar até 32 GB de memória RAM DDR3,
módulos que podem operar na frequência de 2.133 MHz.
Por se
tratar de uma placa focada em jogos, a Big Bang-Marshal traz o recurso OC Genie
II, o qual oferece overclock automática em apenas um segundo. A placa de som é
robusta e faz um estrondo em filmes e games de última geração. O chip que cuida
da parte sonora vem com a tecnologia creative X-Fi, a qual oferece
compatibilidade com as configurações EAX Advanced HD 5.0 e THX TruStudio PRO.
Duas
portas SATA 6 Gb/s garantem a máxima velocidade para quem vai trabalhar com
grande volume de dados. Além disso, diversas portas USB 3.0 oferecem suporte
para conexão de dispositivos externos de alta velocidade. A Big Bang-Marshal
ainda disponibiliza oito slots PCI-express x16, mas somente dois podem ser
usados simultaneamente para configurações SLI ou CrossFireX.
GIGABYTE
GA-990FXA-UD3
Usuários que neste ano optaram por um processador
AMD também não se arrependeram. Placas como a GA-990FXA-UD3 garantem o máximo
desempenho com o chipset AMD 990FX. Essa placa da GIGABYTE oferece suporte para
as CPUs AMD AM3+ FX, contudo, não
deixa de atender aos modelos anteriores — AMD AM3 Phenom II e AMD Athlon II.
Também voltada ao público gamer, essa placa-mãe
permite instalar até 32 GB de memória RAM DDR3, a qual pode operar na
frequência de 2.000 MHz. Quatro slots PCI-express x16 fornecem espaço de sobra
para a instalação de diversas placas de expansão. Para quem pretende jogar, a
GIGABYTE GA-990FXA-UD3 permite instalar duas placas em configuração SLI ou
CrossFireX.
Superando diversos modelos, essa placa vem com seis
portas SATA 6 Gb/s e duas eSATA 6 Gb/s para conexão de dispositivos externos.
Consumidores que possuem muitos gadgets também não ficam desapontados, pois a
GA-990FXA-UD3 tem quatro portas USB 3.0. O design também não deixa a desejar,
porém, não parece ser o ponto forte dessa monstruosa placa.
MEMÓRIA
No que se refere ao hardware dos
computadores, entendemos como memória os dispositivos que armazenam os dados
com os quais o processador trabalha. Há, essencialmente, duas categorias de
memórias: ROM (Read-OnlyMemory), que permite apenas a leitura dos
dados e não perde informação na ausência de energia; e RAM (Random-Access Memory), que permite ao processador tanto a
leitura quanto a gravação de dados e perde informação quando não há alimentação
elétrica.
RAM (Randon Access
Memory)
Memória de acesso
aleatório onde são armazenados dados em tempo de processamento, isto é,
enquanto o computador estiver ligado, e também todas as informações que
estiverem sendo executadas, pois essa memória é mantida por pulsos elétricos.
Todo conteúdo dela é apagado ao desligar-se a máquina, por isso é chamada de
volátil.
Memória não
volátil, ou seja, somente de leitura, pois a informação que vem gravada nela
não pode ser apagada. Nesta vem as características do fabricante e um programa
chamado BIOS, que comanda todas as operações de Entrada e Saída de dados no
microcomputador.
Observação: nos dias atuais é aconselhável que o consumidor
compre um PC com um processador da intel core.
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