quinta-feira, 8 de maio de 2014

trabalho de informatica 2





UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ

SARA ESMERALDA BATISTA GEMAQUE







TIPOS DE PROCESSADORES, PLACA MÃE E MEMÓRIA















MACAPÁ-AP

2014

PROCESSADORES

O processador é o cérebro do micro, encarregado de processar a maior parte das informações. O primeiro processador foi chamado 8088, lançado pele INTEL em 1979 e usado no primeiro PC lançado pela IBM em 1981; o segundo foi o processador 286 lançado em Fevereiro de 1982, utilizava memória de 30 pinos e slots ISA de 16 bits e já vinha equipado com memória cache, para auxiliar o processador em suas funções. Devemos ressaltar que a principal contribuição do 286 foi o fato de operar em duas maneiras denominadas “modo real” que se comportava exatamente como um 8086, porem mas rápido e sendo compatível com os programas já existentes e “modo protegido” ele incorporava funções mais avançadas como a capacidade de acessar até 16MBs de memória RAM. Quando ligado o processador operava em modo real e com uma instrução especial, passava para o modo protegido. Mas no segundo caso deixava de ser compatível com os programas escritos para o modo real, inclusive o próprio MS-DOS. Assim, como o 286 não possuía nenhuma instrução que fizesse o processador voltar ao modo real, o sistema deveria ser reiniciado e a multitarefa se realizava no modo protegido.

Em outubro de 1985 a Intel lançou o processador INTEL 386, de serie 80386 que ainda usava memória de 30 pinos, mas tinha maior velocidade de processamento, já possibilitando executar programas gráficos mais avançados. O 386 já contava com placas VGA que podiam atingir até 256 cores desde que o monitor também suportasse essa configuração, trabalhava internamente e externamente, com palavras de 32 bits e era capaz de acessar a memória, usando um barramento de 32 bits, permitindo uma transferência de dados duas vezes maior que o 286. Como o 386 podia trabalhar com palavras binarias de 32 bits, tornou-se possível acessar até 4 GB de memória, mesmo sem usar a segmentação de endereços como no 8088. O 386 continuava possuindo os dois modos de operação, mas já permitia alternar entre o modo real e o modo protegido livremente.

Foi lançado em Abril de 1989 o processador 486 da serie80486, e foi o primeiro processador a trazer cache integrado. Com 1,2 milhão de transistores, 20 Mips, com memória de 72 pinos, com coprocessador matemático já embutido no próprio processador. Surgiu também a distinção entre o cache l1 e l2, pois os fabricantes continuaram incluindo cache na placa mãe.  Contava com placas PCI de 32 bits que suportavam o dobro da velocidade das placas ISA, também já suportaria placas SVGA que poderiam atingir até 16 milhões de cores, mas esse potencial só foi explorado em 1995 com o lançamento do Windows 95.

LINHA PENTIUM: foi criada em 22 de março de 1993 pela intel, sucessor da linha 486, originalmente denominado 80586 ou i586.

Pentium pro- foi projetado especificamente para ser utilizado em micro servidores de rede, ele incorpora uma serie de alterações em relação ao Pentium comum.

Pentium MMX- inclui um novo conceito chamado SIMD, que permite que vários dados de poucos bits sejam manipulados simultaneamente.

Pentium II-utiliza o núcleo do Pentium pro e a tecnologia MMX, possui um novo tipo de encapsulamento, sendo acondicionado em um cartucho. O cache L2 não esta integrado dentro do processador, mas sim no cartucho SEC, ao lado do processador e trabalha com metade da frequência de operação do processador.

Celeron- é um modelo de Pentium II de baixo custo e possui todas as suas características, com exceção as alterações do circuito cache L2, que não é encontrada no Celeron, e sim numa placa adaptadora chamada SEPP, a qual é conectada ao slot. Foi projetado para computadores de mesa.

Celeron A- possui memória cache l2 de 128 kb, embutida dentro do próprio processador, a qual trabalha na mesma frequência de operação. É encontrado em dois modelos: SEPP que utiliza o slot 1 e portanto, mesmo tipo de placa mãe do Pentium II.

Pentium II xeon- foi construído especificamente para servidores de rede e é considerado um Pentium pro MMX, possui alto desempenho. Permite multiprocessamento simétrico com até 4 processadores. Acesso até 64 Gb de memória.


PROCESSADORES AMD

A AMD é uma fabricante de processadores como a Intel, que vem crescendo muito no mercado de vendas de processadores. Os processadores AMD deram um pulo muito grande a partir do processador K6, devido a AMD ter comprado a empresa pouco conhecida NEXGEN, estava de olho no seu Know-how que tinha um projeto de um novo processador que iria se chamar Nx686, com a compra da empresa, a AMD a transformou no AMD K6 que ficou muito conhecido. Os processadores AMD K5 e o AMD K6 foram os processadores que despontaram, depois vieram tecnologias mais novas como o processador ATHLON.

AMD K5

O AMD K5 tinha as seguintes características:

- Arquitetura super escalar em quatro canalização
- Cache de memória interno (L1) de 24Kb, dividido em um de 8 Kb para dados e outro de 16 para instruções
- Compatibilidade com soquete 7

Freqüência de operação: O K5 utilizava um esquema de multiplicação similar ao Pentium. Porém devemos tomar cuidado na hora da configuração da placa-mãe, pois a freqüência de operação do processador não é a que esta estampada.

Placa-mãe: A placa-mãe utilizada pelo processador AMD K5 é a mesma do Pentium clássico, ou seja, padrão soquete 7.

AMD K6-II

Esse processador também chamado de K6 3D, seu nome-código era um K6 com algumas novidades muitos importantes.

Barramento externo de 100 Mhz: primeiro processador da AMD a romper o limite de Mhz. Era necessário uma placa-mãe soquete 7 capaz de trabalhar a 100 Mhz (MMX). A escolha de um bom chip-set – como VIA MVP3 – era fundamental.

Unidade MMX super escalar em dupla canalização: com, isso duas instruções MMX podiam ser executadas simultaneamente em um único pulso de clock.

Tecnologia 3D NOW!: 21 novas instruções MMX. Para utilizar essas instruções, os programas deveriam ser compilados exclusivamente para o K6-II ou então escritos para o Directx 6.0 instalado no micro.

AMD K6-III

O processador K6-III, também conhecido como K6 3D+ ou sharptooth, seu nome-código é um K6-II com desempenho superior, por ser o primeiro processador não-Intel para pc’s a utilizar cachê L2 integrado dentro do processador, trabalhava na mesma freqüência de operação do processador, a exemplo do que ocorria com os processadores Pentium PRO, Celeron-A, Pentium II Xeon, Pentium III Xeon. As principais novidades do K6-III são:

Cachê L2 integrado: similarmente ao Pentium Pro, o K6-III tinha um cachê L2 de 256 Kb integrado dentro do próprio processador. Com isso o Cache trabalhava na mesma freqüência interna do processador, ou seja, no caso de um K6-III de 400 Mhz, o cache L2 trabalhava a 400 Mhz e não a 100 Mhz como o K6-II. Ou 66 Mhz, como no K6 “comum”

Cache L3 na placa-mãe: essa é uma inovação no mundo dos pc’s. além dos dois cachês que estão integrados dentro do próprio processador (L1 e L2), o K6-II permite a utilização de um terceiro cache de memória na placa-mãe, aumentando ainda mais o desempenho do micro. Na verdade, esse cache externo existente nas placa-mãe soquete 7

Soquete 7: um dos grandes trunfos desse processador era a compatibilidade com a plataforma soquete 7 (na verdade super7 , pois ele opera externamente a 100 Mhz)

Freqüência de operação: O K6-III trabalha externamente a 100 Mhz, multiplicando esse clock para obter sua freqüência de operação interna.

AMD K7 ATHLON

A AMD iniciou o ano 2000 rompendo, pela primeira vez no mundo dos microprocessadores, a significativa barreira dos 1.000 Mhz. No dia 6 de janeiro, a equipe formada pela AMD, compaq e Kryo tech apresentou uma maquinapresario, “MOTORIZADA” com um processador Athlon trabalhando a 1 Ghz. É claro que esse computador é um mero protótipo de laboratório e tal velocidade só foi alcançada graças as técnicas de refrigeração fornecidas pela Kryo Tech. Mas não deixa de ser um grande feito e, por isso, vamos analisá-lo um pouco .o principal problema para uma CPU rodar com um Clock elevado é o seu aquecimento. Quanto maior a velocidade, maior a quantidade de calor gerado no interior do semi-condutor. Se for providenciado um mecanismo eficiente para a remoção desse calor, então é possível atingir altas velocidades. E é exatamente isso que foi feito com esse computador onde , é claro, só a CPU roda 1 Ghz, todo o resto trabalha nas velocidades usuais.

O barramento do sistema: Graças a adoção da tecnologia do barramento alpha EV6, desenvolvida pela digital equipmentcorp., a AMD passou a oferecer o primeiro barramento de 200 Mhz em plataformas x86 e ainda existem promessas para esse barramento operar até 400 Mhz. Trabalhando com 64Bits em 200 Mhz, essa CPU oferece uma taxa de comunicação de 1,6  GB/s, que é um valor grande (ganho de 45%) quando comparado com os 1,1 GB/s de Pentium III que operava em 133 Mhz.


PROCESSADORES INTEL ATUAIS

Pentium D

O Pentium D é a junção de dois processadores Pentium 4. Muitos usuários pensam que o Pentium D é um processador de núcleo duplo excelente, porém a história é um pouco diferente. Assim como acontecia com o Pentium 4, tudo se repetiu no Pentium D.

A Intel precisava colocar dois núcleos com uma freqüência muito alta para conseguir um bom desempenho. A memória cache dos Pentium D é razoavelmente suficiente, porém como a Intel parou de investir neste tipo de CPU, atualmente os valores de memória e até a própria velocidade destes processadores não proporcionam bons resultados em games e aplicativos pesados.

Pentium Extreme Edition

Pelo nome não parece, mas os tais Pentium Extreme Edition são processadores de duplo núcleo também. A diferença entre estes e os Pentium D é, basicamente, que o Extreme Edition é um processador com dois Pentium 4 Extreme Edition trabalhando em conjunto. Com um desempenho um pouco melhor, algumas tecnologias a mais que auxiliam no trabalho pesado, este processador ganhou pouca fama, pois logo foi substituído por outros modelos.

O Pentium 4 Extreme Edition trabalhava com a tecnologia HT (a qual simulava dois processadores num só), a qual permitia um ganho de até 30% em múltiplas tarefas. Como o Pentium Extreme Editioné  uma evolução, ele traz dois núcleos que operam com a tecnologia HT. Sendo assim, os dois núcleos do Pentium Extreme Edition simulam dois núcleos virtuais, de modo que o processador disponibiliza quatro núcleos para o sistema.

Core 2 Duo

Atualmente os Core 2 Duo estão entre os processadores mais cobiçados para jogos. Se comparado com os antigos processadores de dois núcleos da empresa, os novos Core 2 Duo mostram uma superioridade incrível. O grande motivo da diferença em desempenho é o novo sistema de núcleo da Intel.

Os antigos Pentium D trabalhavam com uma linha de processamento idêntica a dos Pentium 4, já os tais Core 2 Duo funcionam com a nova tecnologia Core. Com uma freqüência (velocidade) mais baixa, um pouco mais de memória interna, modos mais eficiente de compartilhamento de recursos e alguns outros detalhes, os Core 2 Duo são os processadores mais potentes no ramo dos Dual Core.

O Intel Core 2 Duo é indicado para jogos de última geração, edição de imagem e vídeo, programas matemáticos ou de engenharia e tarefas que requisitem alto processamento. Há vários modelos, sendo que os mais fortes não são viáveis para quem procura montar um PC econômico.

Pentium Dual Core

O Pentium Dual Core surgiu praticamente na mesma época do Core 2 Duo. Tendo a arquitetura (sistema interno de peças) baseada no Core 2 Duo, o Pentium Dual Core trouxe apenas algumas limitações. O tão falado FSB (barramento frontal) tem velocidade menor, a memória interna (cache) do processador é menor e os modelos disponíveis trazem clocks (velocidades) mais baixos.

Para o usuário que procura apenas navegar na internet e realizar tarefas simples, este processador pode ser uma excelente escolha, visto que a relação custo-benefício dele é uma das melhores quando se fala em processadores Intel de duplo núcleo.

Core 2 Quad

Descendentes dos Core 2 Duo, os novos Core 2 Quad nada mais são do que processadores com quatro núcleos e um sistema interno muito semelhante aos seus antecessores. Ainda novos no mercado, os Core 2 Quad apresentam desempenho relativamente alto, porém em algumas tarefas eles perdem para os Dual Core.

O grande problema nos “Quad Core” (termo adotado para falar a respeito de qualquer processador de quatro núcleos) é a falta de programas aptos a trabalhar com os quatro núcleos. Além disso, o custo destes processadores ainda não é ideal para os usuários domésticos.

Core 2 Extreme Quad Core

Apesar da grande performance apresentada pelos Core 2 Quad, a Intel conseguiu criar um processador quase idêntico com maior velocidade. Apresentando dois modelos com a velocidade de clock superior, a Intel criou estes processadores especificamente para gamers e usuários fanáticos por overclock.

Modelos Extreme prontos para overclockA relação custo-benefício é péssima, pois custam quase o dobro dos Core 2 Quad e não fornecem o dobro de desempenho. Em jogos há um pequeno ganho de desempenho, mas nada extraordinário que valha realmente a pena.

Vale ressaltar que há processadores Core 2 Extreme de dois e quatro núcleos. Ao comprar um Core 2 Extreme é importante averiguar se o processador é de dois ou quatro núcleos, pois enganos acontecem e você pode acabar pagando por um processador Quad Core e levar um Dual Core, muito cuidado!

Intel Core i7

A última palavra em tecnologia é o Core i7. A nova linha de processadores da Intel opera com quatro núcleos, velocidade semelhante a dos Core 2 Quad e quantidade de memória cache parecida. As mudanças são diversas, começando pelo suporte de memória DDR3 e abrangendo até o modo de comunicação com os outros itens do PC.

Muito poder em um único processador - Intel Core i7O novo Intel Core i7 traz a tecnologia HT, a qual simula múltiplos núcleos e tende a aumentar o desempenho significativamente para aplicações que trabalhem com a divisão de processamento. Segundo o site da Intel, estes novos processadores podem simular até oito núcleos, isso se o sistema operacional for compatível com a tecnologia.

Como estes processadores são lançamento, o preço deles é astronômico (dificilmente encontra-se um processador dessa linha por menos de mil reais), sendo indicado apenas para entusiastas e pessoas com muito dinheiro. A performance do Core i7 é sem dúvida superior a qualquer outro processador, no entanto talvez não seja uma boa ideia comprar estes processadores agora, visto que não há programas que exijam tamanho poder de processamento.

PLACA MÃE

É a placa principal que possui um conjunto de circuitos integrados (chip set) o qual reconhece e gerencia o funcionamento de todo equipamento. Toda placa mãe possui o programa de controle BIOS, armazenados em memória ROM, que é o responsável pelo teste inicial do sistema e que guarda as configurações do hardware e as informações referentes a data e a hora. O BIOS faz o chamado “boot” que consiste em carregar o programa do sistema operacional, que está arquivado no disco rígido para a memória principal. Com o sistema operacional carregado o microcomputador está pronto para executar os comandos e executar outros programas. Para manter os dados gravados no chip de memória responsável pelo armazenamento das informações sobre a configuração da máquina, inclusive a memória RAM disponível é usada uma bateria níquel- cadmio ou lítio, normalmente de 3 volts. Portanto, mesmo com o computador desligado, o relógio e as configurações do hardware são mantidos ativos. Assim, ao ligar o computador, o BIOS executa o auto teste inicial do sistema. O relógio ajuda a perceber quando a bateria esta ficando fraca ao ligar o PC e as horas e datas aparecem com informações erradas, mesmo consertando-as. Agora verificaremos os tipos de placa mãe:

AT é um tipo de placa-mãe já antiga. Seu uso foi constante de 1983 á 1996  junto ao micro 286. Um dos fatores que contribuíram para que o padrão AT deixasse de ser usado , é o espaço interno reduzido, que com a instalação dos vários cabos do computador , dificultavam a circulação de ar, acarretando, em alguns casos danos permanentes à máquina devido ao super aquecimento. Isso exigia grande habilidade do técnico montador para aproveitar o espaço disponível da melhor maneira. Além disso, o conector de alimentação da fonte AT, que é ligado à placa-mãe, é composto por dois plugs semelhantes (cada um com seis pinos), que devem ser encaixados lado a lado, sendo que os fios de cor preta de cada um devem ficar localizados no meio. Caso esses conectores sejam invertidos e a fonte de alimentação seja ligada, a placa-mãe será fatalmente queimada. Com o padrão AT, é necessário desligar o computador pelo sistema operacional, aguardar um aviso de que o computador já pode ser desligado e clicar no botão "Power" presente na parte frontal do gabinete. Somente assim o equipamento é desligado. Isso se deve a uma limitação das fontes AT, que não foram projetadas para fazer uso do recurso de desligamento automático. Os modelos AT geralmente são encontrados com slots ISA,EISAVESA nos primeiro modelos e, ISA e PCI nos mais novos AT (chamando de baby AT quando a placa-mãe apresenta um tamanho mais reduzido que os dos primeiros modelos AT). Somente um conector "soldado" na própria placa-mãe, que no caso, é o do teclado que segue o padrão DIN e o mouse utiliza a conexão serial. Posição dos slotsde memória RAM e soquete de CPU sempre em uma mesma região na placa-mãe, mesmo quando placas de fabricantes diferentes. Nas placas AT são comuns os slots de memória SIMM ou SDRAM, podendo vir com mais de um dos padrões na mesma placa-mãe.Embora cada um destes tenha de ser utilizado individualmente.

ATX

 Pelo nome, é possível notar que trata-se do padrão AT aperfeiçoado. Um dos principais desenvolvedores do ATX foi a Intel. O objetivo do ATX foi de solucionar os problemas do padrão AT (citados anteriormente), o padrão apresenta uma série de melhorias em relação ao anterior. Atualmente a maioria dos computadores novos vêm baseados neste padrão. Entre as principais características do ATX, estão:

A placa mãe ATX apresenta melhor ventilação para seus componentes; os conectores para cabo ficam  proximos do  disco rigido, da unidade e CD-ROM e da unidade de disquete, fazendo comque os cabos não fiquem embolados dentro do gabinete; o processador é instalado longe dos slots, de forma a não atrapalhar a inserção de placas perifericas; os soquetes para a instalação os módulos de memória ficam em outra posiçao.

Quanto à fonte de alimentação, encontramos melhoras significativas. A começar pelo conector de energia ligado à placa-mãe. Ao contrário do padrão AT, não é possível encaixar o plug de forma invertida. Cada orifício do conector possui um formato, que dificulta o encaixe errado. A posição dos slots de memória RAM e socket de CPU variam a posição conforme o fabricante. Nestas placas serão encontrados slots de memória SDRAM, Rambus, DDR, DDR2 ou DDR3, podendo vir com mais de um dos padrões na mesma placa-mãe. Geralmente os slots de expansão mais encontrados são os PCIAGP,AMR/CNR e PCI-Express. As placas mais novas vêm com entrada na própria placa-mãe para padrões de disco rígido IDE, Serial ATA ou Serial ATA II. Gerenciamento de energia quando desligado o micro, suporta o uso do comando "shutdown", que permite o desligamento automático do micro sem o uso da chave de desligamento encontrada no gabinete. Se a placa mãe for alimentada por uma fonte com padrão ATX é possível ligar o computador utilizando um sinal externo como, por exemplo, uma chamada telefônica recebida pelo modem instalado.


BABY- AT

O formato BABY-AT além de ser utilizado nas placas para micro 286, 386, 486 e Pentium, ele também foi utilizado nas placas SUPER 7 usadas nos micros K6-2 E k6-3. Que foram produzidas até o final de 2002. A principal características dessa placa, com exceção do teclado, é que todos os conectores são presos no gabinete e ligados a placa mãe através do cabo flat, o que tornava a montagem dos micros um pouco mais trabalhosa e contribuía para o amontoado de cabos dentro do gabinete, prejudicando a ventilação. Elas também utilizavam tipicamente conectores DIN para o teclado em vez dos conectores mini-DIN, usados atualmente.

 BTX

Em 2003, a intel anunciou o lançamento de um novo formato de placa mãe chamado BTX, que viria a substituir o ATX nos anos seguintes. Seus benefícios eram:

Melhorar a dissipação térmica do computado, tentar padronizar o tamanho da placa mãe de tamanho reduzido, usando sobretudo PCs de tamanho reduzido.

LPX

Formato de placa mãe usado por alguns PCs de marca como a Compaq. Seu principal diferencial é não ter slots. Os slots estão localizados em uma placa a parte que é encaixada a placa mãe através de um conector especial.

ITX

Este padrão é destinado a micros baratos, compactos e altamente integrados. A ideia da placa mãe ITX é ter tudo on-board, ou seja, vídeo, áudio, modem e rede na própria placa mãe, dispensando a instalação de novos periféricos. Tradicionalmente a placa mãe ITX possui apenas dois slots.


ASUS Z87-A


A Z87-A é uma placa-mãe desenvolvida para suportar os processadores Intel Core de quarta geração. O modelo utiliza o chipset Intel Z87 e é direcionado para o mercado intermediário de placas mãe. Mas não pense que ela deixa a desejar em termos de recursos. A Z87-A traz diferenciais interessantes, como a BIOS UEFI, Remote GO!, Mem OK!, entre outros.

O modelo é bastante versátil: a Z87-A pode ser direcionada para diversos segmentos diferentes, incluindo estações de trabalho profissionais, jogos e até mesmo entusiastas.







MSI Big Bang-Marshal

Compatível com a segunda geração de processadores Intel Core, a placa-mãe MSI Big Bang-Marshal vem para atender um público que é sedento por desempenho. Suportando CPUs preparadas para o Socket 1155, a poderosa placa da MSI conta com o chipset Intel P67. É possível instalar até 32 GB de memória RAM DDR3, módulos que podem operar na frequência de 2.133 MHz.



Por se tratar de uma placa focada em jogos, a Big Bang-Marshal traz o recurso OC Genie II, o qual oferece overclock automática em apenas um segundo. A placa de som é robusta e faz um estrondo em filmes e games de última geração. O chip que cuida da parte sonora vem com a tecnologia creative X-Fi, a qual oferece compatibilidade com as configurações EAX Advanced HD 5.0 e THX TruStudio PRO.

Duas portas SATA 6 Gb/s garantem a máxima velocidade para quem vai trabalhar com grande volume de dados. Além disso, diversas portas USB 3.0 oferecem suporte para conexão de dispositivos externos de alta velocidade. A Big Bang-Marshal ainda disponibiliza oito slots PCI-express x16, mas somente dois podem ser usados simultaneamente para configurações SLI ou CrossFireX.


GIGABYTE GA-990FXA-UD3

Usuários que neste ano optaram por um processador AMD também não se arrependeram. Placas como a GA-990FXA-UD3 garantem o máximo desempenho com o chipset AMD 990FX. Essa placa da GIGABYTE oferece suporte para as CPUs AMD AM3+ FX, contudo, não deixa de atender aos modelos anteriores — AMD AM3 Phenom II e AMD Athlon II.



Também voltada ao público gamer, essa placa-mãe permite instalar até 32 GB de memória RAM DDR3, a qual pode operar na frequência de 2.000 MHz. Quatro slots PCI-express x16 fornecem espaço de sobra para a instalação de diversas placas de expansão. Para quem pretende jogar, a GIGABYTE GA-990FXA-UD3 permite instalar duas placas em configuração SLI ou CrossFireX.

Superando diversos modelos, essa placa vem com seis portas SATA 6 Gb/s e duas eSATA 6 Gb/s para conexão de dispositivos externos. Consumidores que possuem muitos gadgets também não ficam desapontados, pois a GA-990FXA-UD3 tem quatro portas USB 3.0. O design também não deixa a desejar, porém, não parece ser o ponto forte dessa monstruosa placa.


MEMÓRIA

No que se refere ao hardware dos computadores, entendemos como memória os dispositivos que armazenam os dados com os quais o processador trabalha. Há, essencialmente, duas categorias de memórias: ROM (Read-OnlyMemory), que permite apenas a leitura dos dados e não perde informação na ausência de energia; e RAM (Random-Access Memory), que permite ao processador tanto a leitura quanto a gravação de dados e perde informação quando não há alimentação elétrica.

RAM (Randon Access Memory)

Memória de acesso aleatório onde são armazenados dados em tempo de processamento, isto é, enquanto o computador estiver ligado, e também todas as informações que estiverem sendo executadas, pois essa memória é mantida por pulsos elétricos. Todo conteúdo dela é apagado ao desligar-se a máquina, por isso é chamada de volátil.


Memória não volátil, ou seja, somente de leitura, pois a informação que vem gravada nela não pode ser apagada. Nesta vem as características do fabricante e um programa chamado BIOS, que comanda todas as operações de Entrada e Saída de dados no microcomputador.


Observação: nos dias atuais é aconselhável que o consumidor compre um PC com um processador da intel core.










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