UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
SARA ESMERALDA BATISTA GEMAQUE
TIPOS DE PROCESSADORES, PLACA MÃE E
MEMÓRIA
MACAPÁ-AP
2014
PROCESSADORES
O processador é o cérebro do
micro, encarregado de processar a maior parte das informações. O primeiro
processador foi chamado 8088, lançado pele INTEL em 1979 e usado no primeiro PC
lançado pela IBM em 1981; o segundo foi o processador 286 lançado em Fevereiro
de 1982, utilizava memória de 30 pinos e slots ISA de 16 bits e já vinha
equipado com memória cache, para auxiliar o processador em suas funções.
Devemos ressaltar que a principal contribuição do 286 foi o fato de operar em
duas maneiras denominadas “modo real” que se comportava exatamente como um
8086, porem mas rápido e sendo compatível com os programas já existentes e
“modo protegido” ele incorporava funções mais avançadas como a capacidade de
acessar até 16MBs de memória RAM. Quando ligado o processador operava em modo
real e com uma instrução especial, passava para o modo protegido. Mas no
segundo caso deixava de ser compatível com os programas escritos para o modo
real, inclusive o próprio MS-DOS. Assim, como o 286 não possuía nenhuma
instrução que fizesse o processador voltar ao modo real, o sistema deveria ser
reiniciado e a multitarefa se realizava no modo protegido.
Em outubro de 1985 a Intel lançou
o processador INTEL 386, de serie 80386 que ainda usava memória de 30 pinos,
mas tinha maior velocidade de processamento, já possibilitando executar
programas gráficos mais avançados. O 386 já contava com placas VGA que podiam
atingir até 256 cores desde que o monitor também suportasse essa configuração,
trabalhava internamente e externamente, com palavras de 32 bits e era capaz de
acessar a memória, usando um barramento de 32 bits, permitindo uma
transferência de dados duas vezes maior que o 286. Como o 386 podia trabalhar
com palavras binarias de 32 bits, tornou-se possível acessar até 4 GB de
memória, mesmo sem usar a segmentação de endereços como no 8088. O 386
continuava possuindo os dois modos de operação, mas já permitia alternar entre
o modo real e o modo protegido livremente.
Foi lançado em Abril de 1989 o
processador 486 da serie80486, e foi o primeiro processador a trazer cache
integrado. Com 1,2 milhão de transistores, 20 Mips, com memória de 72 pinos,
com coprocessador matemático já embutido no próprio processador. Surgiu também
a distinção entre o cache l1 e l2, pois os fabricantes continuaram incluindo
cache na placa mãe. Contava com placas
PCI de 32 bits que suportavam o dobro da velocidade das placas ISA, também já
suportaria placas SVGA que poderiam atingir até 16 milhões de cores, mas esse
potencial só foi explorado em 1995 com o lançamento do Windows 95.
LINHA PENTIUM: foi criada em 22
de março de 1993 pela intel, sucessor da linha 486, originalmente denominado
80586 ou i586.
Pentium pro- foi projetado
especificamente para ser utilizado em micro servidores de rede, ele incorpora
uma serie de alterações em relação ao Pentium comum.
Pentium MMX- inclui um novo
conceito chamado SIMD, que permite que vários dados de poucos bits sejam
manipulados simultaneamente.
Pentium II-utiliza o núcleo do
Pentium pro e a tecnologia MMX, possui um novo tipo de encapsulamento, sendo
acondicionado em um cartucho. O cache L2 não esta integrado dentro do
processador, mas sim no cartucho SEC, ao lado do processador e trabalha com
metade da frequência de operação do processador.
Celeron- é um modelo de Pentium
II de baixo custo e possui todas as suas características, com exceção as
alterações do circuito cache L2, que não é encontrada no Celeron, e sim numa
placa adaptadora chamada SEPP, a qual é conectada ao slot. Foi projetado para
computadores de mesa.
Celeron A- possui memória cache l2
de 128 kb, embutida dentro do próprio processador, a qual trabalha na mesma
frequência de operação. É encontrado em dois modelos: SEPP que utiliza o slot 1
e portanto, mesmo tipo de placa mãe do Pentium II.
Pentium II xeon- foi construído
especificamente para servidores de rede e é considerado um Pentium pro MMX,
possui alto desempenho. Permite multiprocessamento simétrico com até 4
processadores. Acesso até 64 Gb de memória.
PROCESSADORES AMD
A AMD é uma fabricante de processadores como a
Intel, que vem crescendo muito no mercado de vendas de processadores. Os
processadores AMD deram um pulo muito grande a partir do processador K6, devido
a AMD ter comprado a empresa pouco conhecida NEXGEN, estava de olho no seu
Know-how que tinha um projeto de um novo processador que iria se chamar Nx686,
com a compra da empresa, a AMD a transformou no AMD K6 que ficou muito
conhecido. Os processadores AMD K5 e o AMD K6 foram os processadores que
despontaram, depois vieram tecnologias mais novas como o processador ATHLON.
AMD K5
O AMD K5 tinha as seguintes características:
- Arquitetura super escalar em quatro canalização
- Cache de memória interno (L1) de 24Kb, dividido em um de 8 Kb para dados e outro de 16 para instruções
- Compatibilidade com soquete 7
- Cache de memória interno (L1) de 24Kb, dividido em um de 8 Kb para dados e outro de 16 para instruções
- Compatibilidade com soquete 7
Freqüência de operação: O K5 utilizava
um esquema de multiplicação similar ao Pentium. Porém devemos tomar cuidado na
hora da configuração da placa-mãe, pois a freqüência de operação do processador
não é a que esta estampada.
Placa-mãe: A placa-mãe utilizada pelo processador AMD K5 é a
mesma do Pentium clássico, ou seja, padrão soquete 7.
AMD K6-II
Esse processador também chamado de K6 3D, seu
nome-código era um K6 com algumas novidades muitos importantes.
- Barramento externo de 100 Mhz:
primeiro processador da AMD a romper o limite de Mhz. Era necessário uma
placa-mãe soquete 7 capaz de trabalhar a 100 Mhz (MMX). A escolha de um bom
chip-set – como VIA MVP3 – era fundamental.
- Unidade MMX super escalar em dupla
canalização: com, isso duas instruções MMX podiam ser executadas
simultaneamente em um único pulso de clock.
- Tecnologia 3D NOW!: 21 novas instruções
MMX. Para utilizar essas instruções, os programas deveriam ser compilados
exclusivamente para o K6-II ou então escritos para o Directx 6.0 instalado no
micro.
AMD K6-III
O processador K6-III, também conhecido como K6 3D+
ou sharptooth, seu nome-código é um K6-II com desempenho superior, por ser o
primeiro processador não-Intel para pc’s a utilizar cachê L2 integrado dentro
do processador, trabalhava na mesma freqüência de operação do processador, a
exemplo do que ocorria com os processadores Pentium PRO, Celeron-A, Pentium II
Xeon, Pentium III Xeon. As principais novidades do K6-III são:
- Cachê L2 integrado: similarmente ao
Pentium Pro, o K6-III tinha um cachê L2 de 256 Kb integrado dentro do próprio
processador. Com isso o Cache trabalhava na mesma freqüência interna do
processador, ou seja, no caso de um K6-III de 400 Mhz, o cache L2 trabalhava a
400 Mhz e não a 100 Mhz como o K6-II. Ou 66 Mhz, como no K6 “comum”
- Cache L3 na placa-mãe: essa é uma
inovação no mundo dos pc’s. além dos dois cachês que estão integrados dentro do
próprio processador (L1 e L2), o K6-II permite a utilização de um terceiro
cache de memória na placa-mãe, aumentando ainda mais o desempenho do micro. Na
verdade, esse cache externo existente nas placa-mãe soquete 7
- Soquete 7: um dos grandes trunfos
desse processador era a compatibilidade com a plataforma soquete 7 (na verdade
super7 , pois ele opera externamente a 100 Mhz)
- Freqüência de operação: O K6-III
trabalha externamente a 100 Mhz, multiplicando esse clock para obter sua
freqüência de operação interna.
AMD K7 ATHLON
A AMD iniciou o ano 2000 rompendo, pela primeira
vez no mundo dos microprocessadores, a significativa barreira dos 1.000 Mhz. No
dia 6 de janeiro, a equipe formada pela AMD, compaq e Kryo tech apresentou uma
maquinapresario, “MOTORIZADA” com um processador Athlon trabalhando a 1 Ghz. É
claro que esse computador é um mero protótipo de laboratório e tal velocidade
só foi alcançada graças as técnicas de refrigeração fornecidas pela Kryo Tech.
Mas não deixa de ser um grande feito e, por isso, vamos analisá-lo um pouco .o
principal problema para uma CPU rodar com um Clock elevado é o seu aquecimento.
Quanto maior a velocidade, maior a quantidade de calor gerado no interior do
semi-condutor. Se for providenciado um mecanismo eficiente para a remoção desse
calor, então é possível atingir altas velocidades. E é exatamente isso que foi
feito com esse computador onde , é claro, só a CPU roda 1 Ghz, todo o resto
trabalha nas velocidades usuais.
O barramento do sistema: Graças a adoção
da tecnologia do barramento alpha EV6, desenvolvida pela digital
equipmentcorp., a AMD passou a oferecer o primeiro barramento de 200 Mhz em
plataformas x86 e ainda existem promessas para esse barramento operar até 400
Mhz. Trabalhando com 64Bits em 200 Mhz, essa CPU oferece uma taxa de
comunicação de 1,6 GB/s, que é um valor grande (ganho de 45%) quando
comparado com os 1,1 GB/s de Pentium III que operava em 133 Mhz.
PROCESSADORES INTEL ATUAIS
Pentium D
O Pentium D é a junção de dois processadores
Pentium 4. Muitos usuários pensam que o Pentium D é um processador de núcleo
duplo excelente, porém a história é um pouco diferente. Assim como acontecia
com o Pentium 4, tudo se repetiu no Pentium D.
A Intel precisava colocar dois núcleos com uma
freqüência muito alta para conseguir um bom desempenho. A memória cache dos
Pentium D é razoavelmente suficiente, porém como a Intel parou de investir
neste tipo de CPU, atualmente os valores de memória e até a própria velocidade
destes processadores não proporcionam bons resultados em games e aplicativos
pesados.
Pentium Extreme Edition
Pelo nome não parece, mas os tais Pentium Extreme
Edition são processadores de duplo núcleo também. A diferença entre estes e os
Pentium D é, basicamente, que o Extreme Edition é um processador com dois
Pentium 4 Extreme Edition trabalhando em conjunto. Com um desempenho um pouco melhor,
algumas tecnologias a mais que auxiliam no trabalho pesado, este processador
ganhou pouca fama, pois logo foi substituído por outros modelos.
O Pentium 4 Extreme Edition trabalhava com a
tecnologia HT (a qual simulava dois processadores num só), a qual permitia um
ganho de até 30% em múltiplas tarefas. Como o Pentium Extreme Editioné
uma evolução, ele traz dois núcleos que operam com a tecnologia HT. Sendo
assim, os dois núcleos do Pentium Extreme Edition simulam dois núcleos
virtuais, de modo que o processador disponibiliza quatro núcleos para o
sistema.
Core 2 Duo
Atualmente os Core 2 Duo estão entre os
processadores mais cobiçados para jogos. Se comparado com os antigos
processadores de dois núcleos da empresa, os novos Core 2 Duo mostram uma superioridade
incrível. O grande motivo da diferença em desempenho é o novo sistema de núcleo
da Intel.
Os antigos Pentium D trabalhavam com uma linha de
processamento idêntica a dos Pentium 4, já os tais Core 2 Duo funcionam com a
nova tecnologia Core. Com uma freqüência (velocidade) mais baixa, um pouco mais
de memória interna, modos mais eficiente de compartilhamento de recursos e
alguns outros detalhes, os Core 2 Duo são os processadores mais potentes no
ramo dos Dual Core.
O Intel Core 2 Duo é indicado para jogos de última
geração, edição de imagem e vídeo, programas matemáticos ou de engenharia e
tarefas que requisitem alto processamento. Há vários modelos, sendo que os mais
fortes não são viáveis para quem procura montar um PC econômico.
Pentium Dual Core
O Pentium Dual Core surgiu praticamente na mesma
época do Core 2 Duo. Tendo a arquitetura (sistema interno de peças) baseada no
Core 2 Duo, o Pentium Dual Core trouxe apenas algumas limitações. O tão falado
FSB (barramento frontal) tem velocidade menor, a memória interna (cache) do
processador é menor e os modelos disponíveis trazem clocks (velocidades) mais
baixos.
Para o usuário que procura apenas navegar na
internet e realizar tarefas simples, este processador pode ser uma excelente
escolha, visto que a relação custo-benefício dele é uma das melhores quando se
fala em processadores Intel de duplo núcleo.
Core 2 Quad
Descendentes dos Core 2 Duo, os novos Core 2 Quad
nada mais são do que processadores com quatro núcleos e um sistema interno
muito semelhante aos seus antecessores. Ainda novos no mercado, os Core 2 Quad
apresentam desempenho relativamente alto, porém em algumas tarefas eles perdem
para os Dual Core.
O grande problema nos “Quad Core” (termo adotado
para falar a respeito de qualquer processador de quatro núcleos) é a falta de
programas aptos a trabalhar com os quatro núcleos. Além disso, o custo destes
processadores ainda não é ideal para os usuários domésticos.
Core 2 Extreme Quad Core
Apesar da grande performance apresentada pelos Core
2 Quad, a Intel conseguiu criar um processador quase idêntico com maior
velocidade. Apresentando dois modelos com a velocidade de clock superior, a
Intel criou estes processadores especificamente para gamers e usuários
fanáticos por overclock.
Modelos Extreme prontos para overclockA relação
custo-benefício é péssima, pois custam quase o dobro dos Core 2 Quad e não
fornecem o dobro de desempenho. Em jogos há um pequeno ganho de desempenho, mas
nada extraordinário que valha realmente a pena.
Vale ressaltar que há processadores Core 2 Extreme
de dois e quatro núcleos. Ao comprar um Core 2 Extreme é importante averiguar
se o processador é de dois ou quatro núcleos, pois enganos acontecem e você
pode acabar pagando por um processador Quad Core e levar um Dual Core, muito
cuidado!
Intel Core i7
A última palavra em tecnologia é o Core i7. A nova
linha de processadores da Intel opera com quatro núcleos, velocidade semelhante
a dos Core 2 Quad e quantidade de memória cache parecida. As mudanças são
diversas, começando pelo suporte de memória DDR3 e abrangendo até o modo de
comunicação com os outros itens do PC.
Muito poder em um único processador - Intel Core
i7O novo Intel Core i7 traz a tecnologia HT, a qual simula múltiplos núcleos e
tende a aumentar o desempenho significativamente para aplicações que trabalhem
com a divisão de processamento. Segundo o site da Intel, estes novos
processadores podem simular até oito núcleos, isso se o sistema operacional for
compatível com a tecnologia.
Como estes processadores são lançamento, o preço
deles é astronômico (dificilmente encontra-se um processador dessa linha por
menos de mil reais), sendo indicado apenas para entusiastas e pessoas com muito
dinheiro. A performance do Core i7 é sem dúvida superior a qualquer outro
processador, no entanto talvez não seja uma boa ideia comprar estes
processadores agora, visto que não há programas que exijam tamanho poder de
processamento.
AT é um tipo de placa-mãe já antiga. Seu uso foi constante de 1983 á 1996 junto ao micro 286. Um dos fatores que
contribuíram para que o padrão AT deixasse de ser usado , é o espaço interno
reduzido, que com a instalação dos vários cabos do computador , dificultavam a
circulação de ar, acarretando, em alguns casos danos permanentes à máquina
devido ao super aquecimento. Isso exigia grande habilidade do técnico montador
para aproveitar o espaço disponível da melhor maneira. Além disso, o conector
de alimentação da fonte AT, que é ligado à placa-mãe, é composto por dois plugs semelhantes
(cada um com seis pinos), que devem ser encaixados lado a lado, sendo que os
fios de cor preta de cada um devem ficar localizados no meio. Caso esses
conectores sejam invertidos e a fonte de alimentação seja ligada, a placa-mãe
será fatalmente queimada. Com o padrão AT, é necessário desligar o computador
pelo sistema operacional, aguardar um aviso de que o computador já pode ser
desligado e clicar no botão "Power" presente na
parte frontal do gabinete. Somente assim o equipamento é desligado. Isso se
deve a uma limitação das fontes AT, que não foram projetadas para fazer uso do
recurso de desligamento automático. Os modelos AT geralmente são encontrados
com slots ISA,EISA, VESA nos primeiro modelos e, ISA e PCI nos mais
novos AT (chamando de baby AT quando a placa-mãe apresenta um
tamanho mais reduzido que os dos primeiros modelos AT). Somente um conector
"soldado" na própria placa-mãe, que no caso, é o do teclado que segue
o padrão DIN e o mouse utiliza a conexão serial. Posição dos slotsde
memória RAM e soquete de CPU sempre em uma mesma região na placa-mãe, mesmo
quando placas de fabricantes diferentes. Nas placas AT são comuns os slots de
memória SIMM ou SDRAM, podendo vir com mais de um dos padrões na
mesma placa-mãe.Embora cada um destes tenha de ser utilizado individualmente.
Pelo nome, é possível notar que trata-se do
padrão AT aperfeiçoado. Um dos principais desenvolvedores do ATX foi a Intel. O
objetivo do ATX foi de solucionar os problemas do padrão AT (citados anteriormente),
o padrão apresenta uma série de melhorias em relação ao anterior. Atualmente a
maioria dos computadores novos vêm baseados neste padrão. Entre as principais
características do ATX, estão:
A placa mãe ATX apresenta melhor ventilação para
seus componentes; os conectores para cabo ficam
proximos do disco rigido, da
unidade e CD-ROM e da unidade de disquete, fazendo comque os cabos não fiquem
embolados dentro do gabinete; o processador é instalado longe dos slots, de
forma a não atrapalhar a inserção de placas perifericas; os soquetes para a
instalação os módulos de memória ficam em outra posiçao.
BABY- AT
O formato BABY-AT além de ser
utilizado nas placas para micro 286, 386, 486 e Pentium, ele também foi
utilizado nas placas SUPER 7 usadas nos micros K6-2 E k6-3. Que foram
produzidas até o final de 2002. A principal características dessa placa, com
exceção do teclado, é que todos os conectores são presos no gabinete e ligados
a placa mãe através do cabo flat, o que tornava a montagem dos micros um pouco
mais trabalhosa e contribuía para o amontoado de cabos dentro do gabinete,
prejudicando a ventilação. Elas também utilizavam tipicamente conectores DIN
para o teclado em vez dos conectores mini-DIN, usados atualmente.
Em 2003, a intel anunciou o
lançamento de um novo formato de placa mãe chamado BTX, que viria a substituir
o ATX nos anos seguintes. Seus benefícios eram:
Melhorar a dissipação térmica do
computado, tentar padronizar o tamanho da placa mãe de tamanho reduzido, usando
sobretudo PCs de tamanho reduzido.
LPX
Formato de placa mãe usado por
alguns PCs de marca como a Compaq. Seu principal diferencial é não ter slots.
Os slots estão localizados em uma placa a parte que é encaixada a placa mãe
através de um conector especial.
ITX
Este padrão é destinado a micros
baratos, compactos e altamente integrados. A ideia da placa mãe ITX é ter tudo
on-board, ou seja, vídeo, áudio, modem e rede na própria placa mãe, dispensando
a instalação de novos periféricos. Tradicionalmente a placa mãe ITX possui
apenas dois slots.
A Z87-A é uma
placa-mãe desenvolvida para suportar os processadores Intel Core de quarta
geração. O modelo utiliza o chipset Intel Z87 e é direcionado para o mercado
intermediário de placas mãe. Mas não pense que ela deixa a desejar em termos de
recursos. A Z87-A traz diferenciais interessantes, como a BIOS UEFI, Remote
GO!, Mem OK!, entre outros.
O modelo é
bastante versátil: a Z87-A pode ser direcionada para diversos segmentos
diferentes, incluindo estações de trabalho profissionais, jogos e até mesmo
entusiastas.
MSI Big Bang-Marshal
Compatível com a segunda geração de
processadores Intel Core, a placa-mãe MSI Big Bang-Marshal vem para atender um
público que é sedento por desempenho. Suportando CPUs preparadas para o Socket
1155, a poderosa placa da MSI conta com o chipset Intel P67. É possível
instalar até 32 GB de memória RAM DDR3, módulos que podem operar na frequência
de 2.133 MHz.
Por se tratar de uma placa focada em
jogos, a Big Bang-Marshal traz o recurso OC Genie II, o qual oferece overclock
automática em apenas um segundo. A placa de som é robusta e faz um estrondo em
filmes e games de última geração. O chip que cuida da parte sonora vem com a
tecnologia creative X-Fi, a qual oferece compatibilidade com as configurações
EAX Advanced HD 5.0 e THX TruStudio PRO.
Duas portas SATA 6 Gb/s garantem a
máxima velocidade para quem vai trabalhar com grande volume de dados. Além
disso, diversas portas USB 3.0 oferecem suporte para conexão de dispositivos
externos de alta velocidade. A Big Bang-Marshal ainda disponibiliza oito slots
PCI-express x16, mas somente dois podem ser usados simultaneamente para
configurações SLI ou CrossFireX.
GIGABYTE GA-990FXA-UD3
Usuários
que neste ano optaram por um processador AMD também não se arrependeram. Placas
como a GA-990FXA-UD3 garantem o máximo desempenho com o chipset AMD 990FX. Essa
placa da GIGABYTE oferece suporte para as CPUs AMD AM3+ FX, contudo, não deixa de atender aos modelos anteriores —
AMD AM3 Phenom II e AMD Athlon II.
Também
voltada ao público gamer, essa placa-mãe permite instalar até 32 GB de memória
RAM DDR3, a qual pode operar na frequência de 2.000 MHz. Quatro slots
PCI-express x16 fornecem espaço de sobra para a instalação de diversas placas
de expansão. Para quem pretende jogar, a GIGABYTE GA-990FXA-UD3 permite
instalar duas placas em configuração SLI ou CrossFireX.
Superando
diversos modelos, essa placa vem com seis portas SATA 6 Gb/s e duas eSATA 6
Gb/s para conexão de dispositivos externos. Consumidores que possuem muitos
gadgets também não ficam desapontados, pois a GA-990FXA-UD3 tem quatro portas
USB 3.0. O design também não deixa a desejar, porém, não parece ser o ponto
forte dessa monstruosa placa.
MEMÓRIA
No que
se refere ao hardware dos computadores, entendemos como memória os dispositivos
que armazenam os dados com os quais o processador trabalha. Há, essencialmente,
duas categorias de memórias: ROM (Read-OnlyMemory),
que permite apenas a leitura dos dados e não perde informação na ausência de
energia; e RAM (Random-Access Memory),
que permite ao processador tanto a leitura quanto a gravação de dados e perde
informação quando não há alimentação elétrica.
RAM (Randon Access Memory)
Memória de acesso aleatório
onde são armazenados dados em tempo de processamento, isto é, enquanto o
computador estiver ligado, e também todas as informações que estiverem sendo
executadas, pois essa memória é mantida por pulsos elétricos. Todo conteúdo
dela é apagado ao desligar-se a máquina, por isso é chamada de volátil.
Memória não volátil, ou seja,
somente de leitura, pois a informação que vem gravada nela não pode ser
apagada. Nesta vem as características do fabricante e um programa chamado BIOS,
que comanda todas as operações de Entrada e Saída de dados no microcomputador.
Observação: nos dias atuais é aconselhável que o
consumidor compre um PC com um processador da intel core.
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